Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

O inesquecível Brel

 

http://www.lastfm.pt/music/Jacques+Brel/+videos/+1-H1DpjXQUDsI

 

La Chanson des Vieux Amants

 
Bien sûr nous eûmes des orages
Vingt ans d’amour c’est l’amour fol
Mille fois tu pris ton baggage
Mille fois je pris mon envol
Et chaque meuble se souvient
Dans cette chambre sans berceau
Des éclats des vieilles tempêtes
Plus rien ne ressemblait à rien
Tu avais perdu le gout de l’eau
Et moi celui de la conquête
 
Mais mon amour
Mon doux, mon tendre, mon merveilleux amour
De l’aube claire jusqu’à la fin du jour
Je t’aime encore, tu sais je t’aime
 
Moi je sais tous les sortilèges
Tu sais tous mes envoûtements
Tu m’a gardé de piège em piège
Je t’ai perdue de temps en temps
Bien sûr tu pris quelques amants
Il faut bien passer le temps
Il faut bien que le corps exulte
Finalement, finalement
Il nous fallut bien du talent
Pour être vieux sans être adultes
 
Oh, mon amour
Mon doux, mon tendre, mon merveilleux amour
De l’aube claire jusqu’à la fin du jour
Je t’aime encore, tu sais je t’aime
 
Et plus le temps nous fait cortège
Et plus le temps nous fait tourment
Mais n’est-ce pas le pire piège
Que vivre en paix pour des amants
Bien sûr tu pleures un peu moins tôt
Je me déchire un peu plus tard
Nous protégeons moins nos mystères
On laisse moins faire le hasard
On se méfie du fil de l’eau
Mais c’est toujours la tendre guerre
 
Oh, mon amour
Mon doux, mon tendre, mon merveilleux amour
De l’aube claire jusqu’à la fin du jour
Je t’aime encore, tu sais je t’aime

 

publicado por Elisabete às 00:17
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6 comentários:
De Cristina a 2 de Setembro de 2008 às 01:48
Nossa ! Maravilhoso amiga.
Tenho que te contar algo...smpre me emocionas muito.
Um montão de beijos .
De Elisabete a 2 de Setembro de 2008 às 20:49
A capacidade de nos emocionarmos é das melhores coisas do mundo.
Ainda bem que a possuímos, Cris.
Grande beijo
De joão coelho a 2 de Setembro de 2008 às 14:50
Para quem, eventualmente, não saiba..
J.Brel, amante da vela, saiu, em Julho de 74, de França para o Pacifico. Por problemas de saúde, aportou à Horta onde foi visto pelo dr.Decq Mota, acabando por se detectar o cancro no pulmão que o mataria em 9 de Outubro de 1978 ( estão assim quase a decorrer 30 anos sobre o falecimento de Brel ) .
O cantor está sepultado, por sua vontade, no cemitério de Atuona, na ilha de Hiva Oa (Marquesas), próximo da campa de Gauguin. Há algum tempo o navegador solitário açoreano Genuíno Madruga, que está a fazer a sua segunda volta ao Mundo no iate "Hemingway", deixou, no túmulo de Brel, uma placa de homenagem, em seu nome e no de José de Azevedo, do Café Sport (o Peter da Horta) que Brel frequentou.
Em 1983 Fernando Tordo foi viver para o Faial durante algum tempo, conhecendo ali a familia Decq Mota e, através dela, o orquestrador de Brel. Resultaram, deste contacto, dois discos de Tordo, "Anticiclone" e "A ilha do Canto" .

Saudações atlânticas

João Coelho
De Elisabete a 2 de Setembro de 2008 às 20:51
João,
É fantástica a quantidade de informação que nos oferece. Sabe sempre qualquer coisa de interessante.
Muito, muito obrigada!
De Ibell a 2 de Setembro de 2008 às 22:10
Durante anos amei jacques brel.Ele andava comigo e asua voz morava em mim, bem como as suas palavras que eu saboreava molhadas muitas vezes em lágrimas. Quando ele morreu com um cancro pulmonar, aida tão novo, ouvi-o durante um dia inteiro como forma de homenagem.J
Jacques, "je t'aimerai jusqu'à la fin du monde".
De Elisabete a 3 de Setembro de 2008 às 22:56
Grande amor, Ibel! Mas compreendo-o. A voz, a força do Brel faz-se chorar e vibrar. Ainda hoje.
Um xi-coração

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