Éramos periodistas y nuestra profesión era que no decayera nunca la moral, difundíamos el lema de Juan Negrín “con pan o sin pan, resistir”. Y nos lo creíamos.
Nascida a 29 de Janeiro de 1919, em Toulouse, Marina Ginestà cedo se muda, com seus pais para Barcelona, onde passa a fazer parte das juventudes do PSUC (Partido Socialista Unificado da Catalunha).
Em 1936, com outros companheiros, organiza a chamada Olimpíada Popular, em resposta aos Jogos Olímpicos de Berlim.
Depois do insucesso do golpe de estado de 18 de Julho de 1936 contra o governo da II República Espanhola e do início da Guerra Civil, surge a Revolução Social na Catalunha. As Juventudes Socialistas instalam-se no Hotel Colón, entretanto abandonado pelos clientes. É dos seus telhados que o fotógrafo Hans Gutmann a fotografa, a 21 de Julho de 1936, tendo ela apenas 17 anos, transformando-a num símbolo da Guerra Civil.
Como jornalista e tradutora, traduz Mijail Koltsov, correspondente do diário PRAVDA (URSS) e, com ele, entrevista o líder anarquista Buenaventura Durruti, crítico de Estaline.
Pouco antes do fim da guerra é ferida e evacuada para Montpellier.
Quando a França é ocupada pelos nazis, ruma ao México. Exila-se na República Dominicana. Em 1946, vê-se obrigada a abandonar o país, perseguida pelo ditador Rafael Trujillo.
Nos anos 60 do século passado, volta a Barcelona. Residia, actualmente, em Paris, onde morre a 5 de Janeiro de 2014.Fonte Wikipédia
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